Os Mortos ( The Dead )

Titulo Original: The Dead
Direção: Howard J. Ford / Jonathan Ford
País: Reino Unido
Duração: 105 Minutos
Ano: 2011
Estúdio: Indelible Productions

Elenco - Prince David Osei (Daniel Dembele), Michael Kuper (Mercenário), Rob Freeman (Bryan Murphy), Gaal Hama (Filho de Daniel), Reine Pauline (Bebe).

Sinopse - Quando o último vôo de evacuação parte da África devastada pela guerra cai na água, Brian Murphy, engenheiro mecânico da Força Área americana, é o único a sobreviver. Quando chega em terra, percebe que os mortos estão retornando à vida e atacando os vivos.No caminho, encontra Daniel Dembele, sargento do exército local que procura por seu filho, levado a uma base militar.Correndo pela paisagem hostil, inóspita e seca, onde a morte espreita em cada canto, Murphy tem que usar sua inteligência e habilidade se quiser chegar em casa vivo para sua família.

Critica do ID

É Parece que os Zumbis chegaram a savana, o novo filme The Dead nos traz um Continente Africano castigado por uma epidemia de zumbis, restando poucos sobreviventes em meio as ordas de Mortos-Vivos. Com pouquíssimo dinheiro a disposição os irmãos Ford criaram um filme agradável, com ótimos efeitos de sangue, e boas tomadas de câmera. 

O Filme foi filmado em Burkina Faso e Gana, e nos lembra muito o game Resident Evil 5. The Dead conta tmb com um elenco internacional incluindo, Rob Freeman, e Dan Morgan que conseguem dar um toque de mais profissionalismo ao elenco que na maioria é amador. O filme mostra a União entre um Africano e um Americano, que lutam para sobreviver nesse superando condições extremas diante de uma terra seca e sem vida.

Dos Filmes de zumbi que assisti durante 2011, esse foi um dos que mais me agradou, pelo fato de impor um forte teste de sobrevivência não só pelo fato de escapar dos zumbis, mas também uma busca por água e comida em uma terra que carece de tai benefícios. Outra fato que me agradou no filme foi a atuação de Rob Freeman, que encarnou com perfeição em seu personagem dando ao filme uma maior realidade.

O Roteiro tem aqueles clássicos Clichês do gênero, mas que para uma produção independente e um tanto quanto amadora, se torna fiel e compreensível. O Ponto fraco fica por conta do filme ser um pouco extenso, o que poderia ter sido mais direto, tonando a trama um pouco mais objetiva.





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Autor Jorge Eduardo

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