Não Tenha Medo do Escuro

Titulo Original: Don't Be Afraid Of The Dark
País: EUA, Austrália e México
Ano: 2011
Direção: Troy Nixey
Roteiro: Guilhermo Del Toro
Duração: 99 Minutos

Elenco - Katie Holmes (Kim), Guy Pearce (Alex), Bailee Madison (Sally), Jack Thompson (Harris), Julia Blake (Sra. Underhill), Garry McDonald (Emerson Blackwood), Dylan Young (Homunculi).

Sinopse - Sally Hurst, uma criança solitária e introvertida, acaba de chegar a Rhode Island para morar com o pai, Alex, e a nova namorada dele, Kim, na mansão do século 19 que eles estão reformando. Enquanto explora a ampla propriedade, a menina descobre um porão oculto, intocado desde o desaparecimento do construtor da mansão um século antes. Quando Sally, inadvertidamente, liberta uma raça antiga e obscura de criaturas que conspiram para dragá-la para as profundezas infinitas da misteriosa casa, ela precisa convencer Alex e Kim que não se trata de uma fantasia – antes que o mal que espreita na escuridão os consuma.


Critica do ID


No Filme temos a abordagem, do Universo Psicológico Infantil, recheado de seres fantásticos, e criaturas do mundo metafisico. Esses traços definem muito bem o estilo de Guilhermo Del Toro, características já vistas em O Labirinto do Fauno, e A Espinha do Diabo que agora estão de volta em Não Tenha Medo do Escuro.

Del Toro transforma toda a realidade de uma fada do dente, que em seu ponto de vista, não são assim tão simpáticas e bondosas. Del Toro criou uma personalidade assustadora para essas criaturas, transformando-as em Malvados Diabretes comedores de dentes, que por sinal tem uma aparência muito bizarra.

A pequena Sally chega à cidade para morar com o pai Alex e sua nova namorada Kim num casarão do século XIX que eles compraram há pouco tempo. O que o casal não sabe é que o filho do antigo proprietário havia desaparecido no local, sequestrado por criaturas misteriosas que se alimentam de dentes de crianças e seu pai também acabou desaparecendo pouco depois. Com a chegada de Sally, as criaturas usam a antipatia da garota pela futura madrasta e a hostilidade do pai como uma forma de atraí-la para “brincar”, antes de revelar suas verdadeiras intenções.

No incio temos uma longa narrativa, algo que segue até Sally começar a interagir com os Malvados  Diabretes presos no porão na esperança de conseguir novos amigos, depois disso a tensão vai crescendo principalmente porque a garota liberta as criaturas e estas passam a circular livremente pela casa e podem estar escondidas em qualquer lugar que seja escuro, pois as mesma não suportam a luz.

A Pequena Bailee Madison rouba a cena, tendo a melhor atuação do elenco, diferente de Katie Holmes e Guy Pearce que demonstram um certo desentrosamento protagonizando cenas um pouco forçadas e um total estado de Piloto Automático. Nos quesitos técnicos o filme merece muitos aplausos, os feixes de luz em meio a escuridão possibilitam ao espectador observar rapidamente os Diabretes dando ao filme um clima de grande misterio e suspense.

Baseado no telefilme de 1973, o filme de 2011 se mostra muito fiel a obra original ganhando até um pouco mais de detalhes e credibilidade. É Claro que o filme poderia ter sido melhor, carecendo um pouco em detalhes mais macabro mas isso é coisa minima. 






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Autor Jorge Eduardo

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4 5:

  1. Me interessou muito...adoro esse jogo psicológico que mescla realidade com fantasia.

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  2. Dois então Bikha Filmes que mexem com a realidade me facinam

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